Apesar de ser uma das principais causas de morte entre mulheres, o câncer de colo de útero pode ser evitado e, se houver infecçãoo diagnóstico precoce aumenta chances de cura

O câncer de colo de útero é um dos tipos de neoplasia que tem cura a partir do diagnóstico precoce, além de ser evitável com exames preventivos e vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV), um agente infeccioso transmitido sexualmente que pode provocar o câncer.

Agora, a nova vacina nonavalente, já disponível no Exame Medicina Diagnóstica – marca que pertence à Dasa, maior rede de saúde integrada do país – amplia a proteção também contra os cânceres de vulva, vagina e ânus causados pelos tipos de HPV 16, 18, 31, 33, 45, 52 e 58; verrugas genitais (condiloma acuminado), além de infecções persistentes e de lesões pré-cancerosas ou displásicas causadas pelos tipos de HPV 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52 e 58, resultantes da infecção por HPV. Essa vacinação é indicada preferencialmente para meninos e meninas dos 9 aos 14 anos de idade, pois é mais eficaz antes do início da atividade sexual. No geral, a vacina é recomendada para homens e mulheres dos 9 aos 45 anos de idade.

No Exame Medicina Diagnóstica não é necessário agendar previamente para ser imunizado, basta chegar em uma unidade do laboratório. Essa vacina também está disponível no serviço Saúde Até Você, que vai aonde o paciente estiver sem taxa de deslocamento.

Já o câncer de colo de útero também é motivo de alerta por ser uma das maiores causas de morte pela doença em mulheres. De acordo com relatório do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no triênio 2023/2025 o Brasil deve registrar 604 mil novos casos de câncer de colo uterino.  Por isso, a campanha de vacinação da Dasa conscientiza sobre os meios de prevenir, diagnosticar e tratar o câncer de colo uterino.

O Dr. Romualdo Barroso, oncologista clínico do Hospital Brasília, que também pertence à Dasa, e head de pesquisa em oncologia da Dasa Oncologia, explica que esse câncer está relacionado à infecção persistente por alguns tipos de HPV, chamados de “tipos oncogênicos”, os quais provocam alterações celulares que podem evoluir para o câncer.

“A prevenção primária dessa enfermidade é a vacina contra o HPV. Além dela, recomenda-se que as mulheres façam com regularidade o exame preventivo, conhecido como Papanicolau, que detecta possíveis alterações no colo do útero ainda na fase precoce”, esclarece o especialista.  Os sintomas mais comuns são os sangramentos anormais – na menstruação, são mais prolongados do que o habitual, e também podem ocorrer após a relação sexual e até mesmo depois da menopausa.  

A análise e diagnóstico da coleta de células do colo uterino pelo exame preventivo ficam ao encargo de especialistas em patologia, conforme a Dra. Lívia Maia, patologista do Exame Medicina Diagnóstica, que também pertence à Dasa. “Quanto mais cedo diagnosticar e tratar o câncer de colo uterino, maiores são as chances de obter cura. No Exame Medicina Diagnóstica oferecemos desde vacinas contra o HPV até os exames para diagnosticar as lesões pré-malignas e malignas relacionadas a esse tipo de câncer”, reforça a patologista. 

O Dr. Barroso aponta como é feito o tratamento após o diagnóstico: “A depender do estágio do câncer, temos como opções de tratamento a cirurgia, radioterapia, quimioterapia, imunoterapia e terapia alvo. Os hospitais da Dasa oferecem como diferencial uma equipe multidisciplinar de especialistas, que inclui ginecologista, oncologista, radioterapeuta, nutricionista e outros. Esse time analisa cada caso e orienta o melhor tipo de tratamento para a paciente”.