Mês de conscientização sobre queimaduras, “Junho Laranja” busca divulgar formas de poupar vidas e sofrimento associado às incapacidades por meio do tratamento eficaz de feridas e traumas de pele

Entre 2015 e 2020, foram registrados 19.772 óbitos por queimaduras, sendo 53,3% por queimaduras térmicas; 46,1% por elétricas; e 0,6% por outros1. No ano passado, o número chegou a 647 mortes2. Além de poderem causar óbitos, as queimaduras são dolorosas e muitas vezes mudam a vida de quem sofre com elas, trazendo sequelas funcionais, estéticas, psicológicas e sociais. Por isso, o “Junho Laranja” marca a conscientização sobre o risco e formas de prevenção. Além de tentar evitar que ocorram, sensibilizar a população sobre forma de reduzir a dor e promover um processo de cura eficaz é essencial para melhorar a qualidade de vida de quem vive com as consequências de queimaduras.

Dados do Boletim Epidemiológico nº 47 de 2022, do Ministério da Saúde¹, apontam que a morte precoce ocasionada por queimaduras tirou 7,5 milhões de anos de vida de pessoas saudáveis, com base no número de mortos. As acidentais foram mais frequentes em homens de 20 a 39 anos, que estavam dentro de casa. Segundo o levantamento, a prevenção de acidentes reduz custos para o sistema de saúde e para a sociedade, além de poupar vidas e sofrimento associado às incapacidades.

“As amputações são chamadas de sequelas funcionais, que também englobam a perda de capacidade de determinado membro ou região. Já em vítimas de queimaduras, por se dar essencialmente a partir da superfície externa da pele para dentro, os acidentes elétricos causam predominantemente sequelas estéticas, que impactam a aparência dessas pessoas, envolvendo cicatrizes e marcas definitivas pelo corpo. Por consequência, tais alterações estéticas geram impactos psicológicos e sociais – como no caso de crianças que são alvo de bullying –, englobando um conjunto de sequelas não-funcionais”, indica Elaine Godoy, enfermeira estomaterapeuta e Coordenadora Clínica Latam da Mölnlycke, empresa líder de produtos médicos para o tratamento de feridas.

Além disso, pessoas que sofreram queimaduras precisam de cuidados especiais durante grande parte da vida, a depender o grau de gravidade dos ferimentos. De acordo com o cirurgião plástico Juliano Baron, após esses tipos de incidentes, os pacientes devem passar por um processo de cicatrização ininterrupto das feridas. Para isso, é essencial o uso de curativos que minimizem o risco de maceração, forneçam uma barreira antimicrobiana e permitam um longo tempo de uso.

“Curar não é apenas sobreviver. Trata-se de voltar à vida cotidiana. Portanto, os sobreviventes de queimaduras precisam do melhor tratamento possível que reduza o trauma adicional da maneira mais suave. A dor e o estresse contribuem para o atraso na cicatrização de feridas, portanto, é fundamental selecionar um curativo que minimize traumas adicionais. A abordagem holística da Mölnlycke para o tratamento de queimaduras começa no primeiro dia da lesão e continua durante toda a jornada de cura, incluindo o gerenciamento de cicatrizes pós-queimaduras”, esclarece.

Pensando nisso, a Mölnlycke traz ao Brasil um portfólio tecnológico que fornece cuidados eficazes e reduz traumas e sofrimentos adicionais. Um exemplo é o Mepilex® Ag, curativo de espuma antimicrobiana macio e versátil que absorve o exsudato e mantém um ambiente úmido na ferida – desenvolvido especificamente para tratar queimaduras. A camada de silicone suave Safetac, permite uma adesão suave e gentil à pele além de uma remoção atraumática, minimizando a dor e complicações durante as trocas de curativos. Estudos demonstram que o Mepilex® Ag contribui para reduzir o tempo de internação hospitalar, reduz a dor durante o uso e diminui o custo total do tratamento.