São Paulo, dezembro de 2025 – Em meio à crescente pressão sobre o sistema de saúde suplementar brasileiro, marcado por custos assistenciais elevados, baixa prevenção e alta sinistralidade, a Axenya, anti-corretora de saúde reconhecida pela Newsweek como uma das Melhores Empresas de Saúde Digital do Mundo, chega ao mercado com uma proposta ousada: enfrentar o descontrole de custos e romper com o modelo reativo que domina o setor.
De acordo com estudo publicado no Congresso de Pós-Graduação do Instituto Federal de São Paulo, 5% dos pacientes concentram 50% dos recursos das operadoras, criando um cenário em que poucos usuários geram impactos financeiros desproporcionais. Dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) reforçam a gravidade da situação: 62,4% das despesas assistenciais das operadoras vêm de internações hospitalares, uma consequência direta da falta de acompanhamento contínuo e de estratégias preventivas.
“Esse modelo simplesmente não se sustenta mais. A saúde suplementar precisa migrar de um sistema centrado em crises para um sistema centrado em prevenção, dados e cuidado contínuo”, afirma Mariano García Valiño, fundador e CEO da Axenya.
Em resposta a este cenário, a Axenya integra tecnologia de ponta, ciência de dados e cuidado humanizado para transformar a forma como grandes empresas gerenciam a saúde de seus colaboradores.
A solução utiliza algoritmos proprietários, inteligência artificial clínica e uma equipe multidisciplinar dedicada para identificar riscos antes que eles se tornem crises.
Estudos conduzidos com beneficiários monitorados pela Axenya indicam reduções significativas de custos e melhora dos indicadores de saúde. Entre os destaques:
- 48% de redução de custos gerais entre beneficiários monitorados;
- 64% de redução no sinistro médio entre hipertensos;
- Redução de 81% em gastos com home care e 19% com pronto-socorro;
- Empresas clientes registram reajustes médios de 9,45%, contra 20,45% do mercado.
Em um país que envelhece rapidamente e onde as doenças crônicas crescem de forma acelerada, a transformação proposta pela empresa atende a uma demanda urgente do mercado.
“Quando o cuidado é contínuo e orientado por dados, a saúde melhora e os custos caem. O problema do setor não é falta de verba, é falta de gestão preditiva e prevenção real”, comenta Valiño.